domingo, 7 de fevereiro de 2010

ESCOLA DEVE EVITAR RIGOR EXCESSIVO COM A COBRANÇA DE UNIFORMES, DIZ PSICOPEDAGOGA





Segundo Simone Harnk psicopedagoga (SP) entrevistada pela UOL, o uniforme ajuda na segurança - pois facilita a identificação em caso de acidentes ou furtos, por exemplo - diminui a competição de roupas entre os colegas e elimina conflitos das instituições de ensino, já que não é mais necessário discutir qual a roupa "adequada" para o local.



As vantagens do uso do uniforme


- Uma delas é a da identificação e isso pode estar relacionado com segurança caso o aluno se perca ou sofra algum tipo de acidente, a escola pode ser contatada

- A outra é que o uniforme passa uma igualdade entre os pares e não há competição entre as roupas. E também os gastos com roupa são menores, porque o custo do uniforme é diluído no ano.



Rigidez pelas escolas em adotar o uniforme



- A instituição tem de ter um compromisso, sim. Há escolas que, inicialmente, exigem uniforme e, depois, passam a não ter esse rigor. Um aluno veste, outro não. Isso não é o ideal e os próprios pais passam a reclamar que gastam com um uniforme que fica parado.



Escola  deve castigar aluno por não usar uniforme

- O estudante que vai sem uniforme tem de justificar e sua família tem de estar ciente. Mas proibir de assistir às aulas é um processo repressor que não dá certo. E é um prato cheio para quem já não quer assistir às aulas.


Estilo dos alunos em seu tarjes escolares

-A individualidade não é de fora para dentro. A personalidade do adolescente não está naquilo que veste. Fora que, quando os jovens estão com os amigos, muitas vezes, querem se vestir iguais aos outros, com os mesmos tipos de calça e blusas.

Os acessórios

- Tudo depende da instituição. Há escolas adventistas, por exemplo, que não permitem o uso de adereços. Mas, em geral, os acessórios devem ser permitidos, pois o rigor excessivo não ajuda.


Escoalas que não tem uniforme

- Não ter uniforme pode gerar conflitos, então, a escola tem de aprender a administrá-los. Se não há regra para vestir, é preciso definir o que é curto ou não, o que é possível e o que não é dentro da escola. E são questões que devem ser tratadas também com a família.


Vejam também

-Como eram os uniformes antigamente



http://educacao.uol.com.br/album/historia_uniforme_album.jhtm


Vovós já tentarem burlar uniforme em sua época escolar


http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/01/28/ult105u9074.jhtm



Nota: Nas escolas da rede estaduais de ensino, não podemos proibir aos alunos o uso do uniforme porque fere a Constituição Regimento Escoalar e o ECA mas, devemos conscientizar os pais os benefícios desta utilização.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Material Escolar- O que devo ou não comprar?





Esta chegando o dia de voltar as aulas, inicio de fevereiro é o período que as escolas particulares e públicas retornam ao seu ritmo normal de aulas, e vem outra vez a lista de material escolar.

Se já não bastasse, e não fosse suficiente, nos deparamos com ítens desnecessários, como:

Copos plásticos, sabonetes, cotonetes e até mesmo taxa extra para materiais diversos.

Bom, eu tambem sou mãe e discordo de muitos itens inclusos na lista dos meus filhos.

Na verdade o que é lista de materiais escolar?



Material escolar é tudo aquilo que tenha finalidade ludica e pedagógica para a criança!



Tudo bem, produtos de higiene pessoal é um dos ítens hoje em dia que não faltam na lista de material, mas nós como pais devemos estar atento ao uso desses itens, de modo que devemos tambem cobrar o bom proveito desses materiais.

Cansei de ver minha filha chegar da escola e dizer que não tinha papel higiênico, toalha e sabonete no banheiro. Nessas situações é importante tambem sabermos cobrar da direção os itens que compramos e não estão sendo usados.



Claro, nas escolas públicas, estaduais ou municipais a situação é bem pior, pois a demanda desses materiais, principalmente pedagógico é bem maior do que a disponivel nos armários das escolas, e os professores acabam utilizando os materiais dos alunos para fazer suas atividades e até as suas necessiades... na verdade o que acontece é quase um milagre!



Desse moto pais e responsáveis, assim como temos responsabilidades e deveres, vamos tambem aprender a cobrar o uso devido desses materiais e dizer não para os itens desnecessários e abusivos contida nas lista de materiais, algusn itens é de responsabilidade das escolas e obrigação do governo... temos que aprender a combrar dos orgãos responsáveis os ítens principais para o desenvolvimento pessoal e intelectual dos nossos pequenos.



E vamos aprender a fazer a cotação de preços, no final você economiza até 30% do valor de cada lista.

http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/


Nota : Nas escolas públicas, da rede estadual de ensino  de São Paulo os alunos recebem materiais básicos , livros e apostilas .


Os pais devem valorizar estes materiais e livros recebidos pela escola. procurando preservá-los pois, os materiais não consumíveis deverão ser devolvido no final do ano letivo para utilização de outros alunos no ano seguinte.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

TDA/H ou DDA em crianças na idade escolar



TDA/H ou DDA

(Transtorno do Déficit de Atenção com hiperatividade ou Distúrbio do déficit de atenção)

O que é?

O TDA/H Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade ou DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas e ambientais, que surge na infância e costuma acompanhar o indivíduo por toda a sua vida. Costuma acometer de 3 a 5% de crianças.

Sintomas

• Desatenção

• Inquietude

• Impulsividade

• Hiperatividade

• Dificuldade de concentração em atividades muito longas

• Distrai-se facilmente com estímulos externos como ruídos e movimentações

• Distrai-se com estímulos internos – “o pensamento voa”

• Erra muito por distração

• São esquecidas

• Não conseguem organizar seu material

• Dificuldade em planejar tarefas



Comumente, as crianças são taxadas de avoadas, dispersas, desinteressadas, “fora de órbita”, atrapalhadas e inquietas ao extremo, não param. São crianças que dificilmente aceitam regras, limites e o famoso “não”. Mudam constantemente de atividade, não conseguindo concentrar-se por muito tempo. Na idade adulta, este transtorno é associado a problemas como uso de drogas lícitas, ilícitas, além de depressão.

Um exemplo bastante elucidativo é dado pelo Dr. José Salomão Schwartzman, neurologista, especialista em neurologia infantil. Segundo ele é necessário observar o ambiente em que a criança, ou adulto, vive e sua interação nele, lembrando que o só se configura quando atrapalha as AVDs (atividades da vida diária).

“Imagine duas crianças hiperativas de nove anos de idade. A primeira, um menino, que mora no campo, lenhador que derruba um número bem maior de árvores por minuto do que a média e é campeão de seu estado nesta atividade. A segunda, uma menina japonesa que vive em um minúsculo apartamento cheio de peças de porcelana. Provavelmente esta precisará ser medicada, em função do contexto em que vive”.

TDA/H e o cérebro

Estudos mostram que os portadores do transtorno têm uma falha da conexão da região central orbital do cérebro com o restante dele. Essa área frontal é responsável pela inibição de comportamentos considerados inadequados. Há uma

alteração no funcionamento dos neurotransmissores e suas conexões.

Causas

• Hereditariedade

O aspecto genético em si não é responsável direto pelo transtorno, mas ele aponta para uma pré-disposição ao TDA/H. A proporção de portadores em famílias que apresentam o problema é de 2 a 10 vezes maior, o que aponta para a recorrência familiar. Essa predisposição genética envolve vários genes, que podem ocasionar diferentes níveis de atividade, com respostas diferentes em cada indivíduo.

• Problemas pré-natais (durante a gestação)

• Substâncias ingeridas na gravidez – Apesar de não definir uma relação direta de causa e efeito, estudos mostram que a ingestão de drogas e álcool durante a gestação pode causar alterações na região frontal orbital, o que aumenta a chance do bebê desenvolver o transtorno.

• Saúde materna – Aspectos como hipertensão ou diabetes por exemplo

• Idade materna

• Problemas perinatais (durante o parto até um mês de idade)

Estudos mostram que mães que passaram por algum problema ou trauma no parto tais como: toxemia, eclâmpsia, hemorragia, trabalho de parto demorado, têm mais chances de terem filhos portadores do TDA/H.

• Exposição a chumbo

Crianças que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas do TDA/H.

• Problemas Familiares

Alguns teóricos apontam os problemas familiares (discussões, baixa instrução dos pais, nível sócio econômico) poderiam causar o TDA/H, mas conclusões levam a crer que estes podem agravar, mas não causar o problema.

• Pré maturidade

• Pós maturidade

• Outras possíveis causas

Todas elas foram cientificamente testadas e nada se provou concretamente

• Corante amarelo

• Aspartame

• Luz artificial

• Deficiência hormonal (tireóide)

• Deficiências vitamínicas

Comorbidades (Quanto mais de uma patologia aparece ao mesmo tempo)

Em diversos distúrbios neurológicos, psicológicos e psiquiátricos, o diagnóstico é difícil, pois não é pontual, ou seja, não há um exame que detecte o transtorno. É um diagnóstico multidsisciplinar, onde vários especialistas são envolvidos para se chegar a um diagnóstico. Outro aspecto que dificulta o diagnóstico é a questão da comorbidade. O TDA/H aparece isoladamente em somente 31% dos casos. No restante, aparece uma ou mais patologias concomitantes o que muitas vezes pode levar a um diagnóstico errôneo. Em 34% dos casos aparece junto com transtornos ansiosos, em 40% com TDO (transtorno desafiador opositor), em 11% com tiques nervosos, em 4% com transtornos do humor, em 14% com transtornos de conduta. As comorbidades ultrapassam os 100% pois em muitos casos há mais do que 2 patologias envolvidas.

Diagnóstico

Há um guia de diagnóstico, extraído do Manual de Diagnóstico e Estatística - IV Edição (DSM-IV) da Associação Psiquiátrica Americana, onde pais, cuidadores e educadores respondem a um questionário que analisa aspectos pertinentes ao dia-a-dia da criança. São analisadas questões a respeito de atenção, concentração, organização, agitação, dificuldades em seguir instruções, dentre outras. Depois são feitas diversas intersecções entre linhas e colunas analisando-se a incidência de cada aspecto. Tudo isso analisado por um especialista que é o único apto para dar o diagnóstico final.

As pessoas que apresentam TDA/H, crianças ou adultos, vivenciam muitas dificuldades em seu cotidiano. São pessoas que têm muita dificuldade em organizar seus materiais, em terminar tarefas planejadas. Os adultos com TDAH costumam ter dificuldade de organizar e planejar suas atividades do dia-a-dia. Por exemplo, pode ser difícil para uma pessoa com TDA/H determinar o que é mais importante dentre muitas coisas que tem para fazer, escolher o que vai fazer primeiro e o que pode deixar para depois.

Em conseqüência disso, quem TDA/H fica muito “estressado” quando se vê sobrecarregado (e é muito comum que se sobrecarregue com freqüência, uma vez que assume vários compromissos diferentes), pois não sabe por onde começar e tem medo de não conseguir dar conta de tudo. Os indivíduos com TODA/H acabam deixando trabalhos pela metade, interrompem no meio o que estão fazendo e começam outra coisa, só voltando ao trabalho anterior bem mais tarde do que o pretendido ou então se esquecendo dele.

Assim, o portador fica com dificuldade para realizar sozinho suas tarefas, principalmente quando são muitas, e o tempo todo precisa ser lembrado pelos outros sobre o que tem para fazer. Isso tudo pode causar problemas na faculdade, no trabalho ou nos relacionamentos com outras pessoas.

Tratamento

Medicamento

Há muita polêmica em torno da medicação do TDA/H. Têm-se falado que está ocorrendo um uso abusivo e indiscriminado dos medicamentos que podem auxiliar no tratamento do portador do TDA/H, que ao mesmo tempo em que auxiliam em problemas como o da concentração por exemplo, também têm muitos efeitos colaterais. Um aspecto importante é o de que nem todo o caso pode ser beneficiado com o medicamento. Aquele grupo em que o TDA/H aparece sozinho, sem comorbidades, pesquisas mostram que a medicação tem efeito muito bom, porém por um curto período de tempo. Por outro lado, quando há comorbidades é preciso tratar conjuntamente as outras patologias, sejam com medicamento e/ou terapia. Há pesquisas que mostram que a criança, muitas vezes, tem uma perda na estatura final. Por isso, muitos especialistas não recomendam o uso dos medicamentos em idade de crescimento.

Tipos de medicamentos mais utilizados

• Metilfenidato – Ritalina, Ritalina LA e Concerta (1ª escolha)

• Antidepressivos tricíclicos – Tofranil

Terapia

A terapia é muito eficiente em grande parte dos casos, principalmente aqueles onde encontramos comorbidades com distúrbios ansiosos e TDO (transtorno desafiador opositor).

Biofeedback (ou neurofeedback)

Uma novidade no tratamento está no biofeedback. A criança ou adulto é conectada a sensores e trabalhada em diversas atividades, como videogames, dependendo da dificuldade e da idade da criança. No caso de déficit de atenção por exemplo, quando a criança distrai-se, a atividade não é concluída e portanto não ganha os pontos. Ou seja, cada vez que o cérebro responde, corretamente ao estímulo esperado, recebe um reforço positivo. Esse tratamento é caro e longo. Para começar a dar resultados são utilizadas, pelo menos, de 20 sessões. O interessante neste caso é que o paciente vai assimilando e extrapolando suas reações para as atividades da vida diária. É um processo de aprendizagem, que depois de treinado, assimilado e bastante utilizado passa a facilitar a vida do paciente.

Outras ações

Escola família e professores

A escolha da escola é um fator fundamental para o trabalho com o TDA/H. É preciso que o professor conheça o distúrbio e juntamente com a escola e família tracem estratégias para adaptar o ambiente à criança.

O aluno com TDA/H precisa sentar próximo à professora, longe da janela, por onde muitos estímulos chegam. A sala de aula deve ser o mais “clean” possível. Tudo para evitar que a criança disperse.

Ao contrário do que se pensa, nas palavras da Dra. Ana Beatriz B. Silva, psiquiatra e especialista em medicina do comportamento, “o problema não é aquele que não presta atenção em nada, mas sim, aquele que presta atenção em tudo, o

http://guiadobebe.uol.com.br/bb5a6/transtorno_do_deficit_de_atencao.htm

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

10 sites infantins para você se divertir com seus filhos




Que a internet é uma poderosa ferramenta de informação e entretenimento não há dúvida, porém onde encontrar conteúdo relevante para ajudar na formação de seu filho pequeno de uma forma divertida?

Selecionei 10 sites que podem ajudar no desenvolvimento intelectual, social, ético, moral, artístico e criativo das crianças, sem deixar a diversão de lado.





DisneyChannel
http://www.disney.com.br/playhousedisney/




No site da Disney você encontra desenhos animados, jogos, atividades, fábrica de brinquedos, desenhos para imprimir e colorir e muitas outras opções que podem ajudar no desenvolvimento de seu filho.

Um bom exemplo do DysneyChannel é a série A casa do Mickey Mouse ,uma série interativa para crianças em idade pré-escolar desenvolvida para estimular de maneira divertida a resolução de problemas da matemática moderna, como sequências, contagem, classificação, estabelecer relações de tempo, tamanho e distancia, adivinhações, somas, subtrações, peso, etc.

Outro exemplo é a série Johny e as Fadas, onde através da música as crianças passa a ter mais interesse pela música e pelo companheirismo, promovendo o entendimento de valores como respeito e solidariedade. Ajuda também no desenvolvimento intelectual, raciocínio lógico, social, ético e moral.

Discoverý Kids

http://www.discoverykidsbrasil.com/


O site DiscoverKids tem séries desenvolvidas para ensinar não só aos filhos através de vídeos, jogos, atividades para colorir, recortar e montar e experimentos, mas também aos pais através de artigos que abordam assuntos como a importância de brincar, os benefícios dos esportes para as crianças, a decisão de trazer um mascote para casa e como estimular a criatividade das crianças.

Ford Kids

http://www.fordkids.com.br/



É um site educativo que tem como objetivo despertar na criança questões de cidadania, valorização da educação e a aprendizagem de conceitos por meio da prática utilizando jogos, quadrinhos e a interatividade como principal ferramenta de informação.

Além de estimular a criatividade e o raciocínio, o conteúdo do FordKids reforça valores como a importância de conhecer as leis, os direito e os deveres do cidadão e a responsabilidade das crianças no trânsito como futuros motoristas.

Doce Turminha

http://www.doceturminha.com.br/



A Doce Turminha oferece uma opção alegre, divertida e criativa para transmitir os ensinamentos de Deus através de desenhos aminados, quadrinhos e passatempos, conta também com cartões virtuais e aula de pintura.

Eco Kids

http://www2.uol.com.br/ecokids/


Tem como intuito passar às crianças noções de cidadania e sobretudo despertar seu interesse em conhecer e preservar a natureza e o meio ambiente através de jogos, quadrinhos e maneiras de contribuir para a preservação do nosso planeta. Tem também atvidades como criação de avisos de porta, marcadores de livro e origamis, montages de fotos e receitas.

O poder das emoções

http://www.opoderdasemocoes.com.br/


Oferece brincadeiras que trabalham com o lado emocional da criança ajudando a reconhecer e enfrentar a alegria, tristeza, raiva e medo através de jogos, tirinhas, papel de parede, cartões e frases de efeitos.

Senninha

http://senninha.globo.com/


Tem como objetivo passar para as crianças alguns dos valores do tricampeão Ayrton Sennna, como a vontade de vencer, a determinação e o orgulho de ser brasileiro. O site conta com quadrinhos, contos, tirinhas, minifilmes, mural, passatempo, jogos e download de papéis de parede, cartões virtuais e emoticons.

Sítio do Pica Pau amarelo

http://sitio.globo.com/


A obra literária do escritor Monteiro Lobato fez e faz muito sucesso até os dias de hoje. O programa tem um site com atividades educativas para crianças, onde é possível encontrar jogos, histórias, detalhes dos personagens e download de papéis de parede e proteções de tela.

Kid Leitura

http://www.kidleitura.com/


É um contador interativo de histórias infantis online e funciona como um brinquedo educativo para as crianças em início de alfabetização, muito útil em escolas de educação infantil e em casa na companhia dos pais. Visa despertar na criança o gosto pela leitura e o domínio da caligrafia através de histórias, atividades, tirinhas e desenhos para colorir.

Menino Maluquinho

http://www.meninomaluquinho.com.br/



O menino maluquinho é um livro infanto-juvenil brasileiro de 1980 criado pelo desenhista e cartunista Ziraldo. Em seu site você encontra a história do menino maluquinho on-line, jogos, passatempos, tirinhas, piadas, frases, papeís de parede e matérias especiais.

http://www.softdownload.com.br/10-sites-infantis-que-podem-ajudar-na-formacao-de-seus-filhos.html

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Alfabetizar e avaliar


A sondagem

A sondagem é um dos recursos de que você dispõe para conhecer as hipóteses que os alunos ainda não alfabetizados possuem sobre a escrita alfabética e o sistema de escrita de uma forma geral. Ela também representa um momento  no qual os alunos têm a oportunidade de refletir sobre aquilo que escrevem,
com sua ajuda.


A realização periódica de sondagens é também um instrumento para seu planejamento, pois permite que você avalie e acompanhe os avanços da turma com relação à aquisição da base alfabética, além de lhe fornecer informações preciosas para o planejamento das atividades de leitura e de escrita, assim como
para a definição das parcerias de trabalho entre os alunos (agrupamentos)  e para que você faça boas intervenções no grupo.

Mas o que é uma sondagem? É uma atividade de escrita que envolve, num primeiro momento, a produção espontânea pelos alunos de uma lista de palavras  sem apoio de outras fontes escritas. Ela pode ou não envolver a escrita de frases   simples.

 É uma situação de escrita que deve, necessariamente, ser seguida  da leitura pelo aluno daquilo que ele escreveu. Por meio da leitura, você poderá   observar se o aluno estabelece ou não relações entre aquilo que ele escreveu e   aquilo que ele lê em voz alta, ou seja, entre a fala e a escrita.


Nesta proposta, sugerimos que sejam realizadas sondagens avaliativas logo  no início do ano, em fevereiro, em abril e no final de junho. Assim, ao longo do  primeiro semestre letivo, será possível analisar o processo de alfabetização dos   alunos em três momentos diferentes. Entretanto, para fazer uma avaliação mais  global das aprendizagens da turma, é interessante recorrer a outros instrumentos.


– inclusive a observação diária dos alunos –, pois a atividade de sondagem   representa uma espécie de retrato do processo do aluno naquele momento. E   como esse processo é dinâmico e na maioria das vezes evolui muito rapidamente, pode acontecer de, apenas alguns dias depois da sondagem, os alunos terem
avançado ainda mais.


Feitas essas observações iniciais, compartilhamos os critérios de definição   das palavras que farão parte das atividades de sondagem deste semestre.

São eles:


 Guia de Planejamento e Orientações didáticas


As palavras devem fazer parte do vocabulário cotidiano dos alunos, mesmo   que eles ainda não tenham tido a oportunidade de refletir sobre a representação  escrita dessas palavras. Mas não devem ser palavras cuja
escrita tenham memorizado.

A lista deve contemplar palavras que variam na quantidade de letras,  abrangendo palavras monossílabas, dissílabas etc.

O ditado deve ser iniciado pela palavra polissílaba, depois pela trissílaba,  pela dissílaba e, por último, pela monossílaba. Esse cuidado deve ser tomado   porque, no caso de as crianças escreverem segundo a hipótese do  número mínimo de letras, poderão recusar-se a escrever se tiverem de começar  pelo monossílabo.

Evite palavras que repitam as vogais, pois isso também pode fazer com  que as crianças entrem em conflito 

– por causa da hipótese da variedade

– e também se recusem a escrever.

Após o ditado da lista, dite uma frase que envolva pelo menos uma das palavras da lista, para poder observar se os alunos voltam a escrever essa palavra de forma semelhante, ou seja, se a escrita dessa palavra permanece  estável mesmo no contexto de uma frase.

Por isso, sugerimos que seja organizada uma lista de alimentos que se compram na padaria:

MORTADELA

PRESUNTO

QUEIJO

PÃO

O MENINO COMEU QUEIJO





Dicas para o encaminhamento da sondagem  :

As sondagens deverão ser feitas no início das aulas (em fevereiro), início de  abril, final de junho, ao final de setembro e ao final de novembro.

 Ofereça papel sem pauta para as crianças, pois assim será possível observar  o alinhamento e a direção da escrita dos alunos.

- Se possível, faça a sondagem com poucos alunos por vez, deixando o restante  da turma envolvido com outras atividades que não solicitem tanto sua presença

(a cópia de uma cantiga, a produção de um desenho etc.). Se necessário, peça ajuda ao diretor ou a outra pessoa que possa lhe dar esse suporte.



 Dite normalmente as palavras e a frase, sem silabar.

 Observe as reações dos alunos enquanto escrevem. Anote aquilo que eles  falarem em voz alta, sobretudo o que eles pronunciarem de forma espontânea

(não obrigue ninguém a falar nada).

 Quando terminarem, peça para lerem aquilo que escreveram. Anote em uma  folha à parte como eles fazem essa leitura, se apontam com o dedo cada uma  das letras ou não, se associam aquilo que falam à escrita etc.

 Faça um registro da relação entre a leitura e a escrita. Por exemplo, o aluno  escreveu k B O e associou cada uma das sílabas dessa palavra a uma das letras

que escreveu. Registre:

k B O

(PRE) (SUN) (TO)

 Pode acontecer que, para PRESUNTO, outro aluno registre BNTAGYTIOAMU (ou  seja, utilize muitas e variadas letras, sem que seu critério de escolha dessas letras tenha alguma relação com a palavra falada). Nesse caso, se ele ler sem se deter em cada uma das letras, anote o sentido que ele usou nessa leitura.

Por exemplo:

BNTAGYTIOAMU

Se algum aluno se recusar a escrever, ofereça-lhe letras móveis e proceda da  mesma maneira.



Fonte:



• Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do Professor Alfabetizador - 1ª série - volume 1 e 2


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O programa Ler e escreve e o comprimento de metas em 2010










O Programa Ler e Escrever está incluído entre as ações destinadas ao cumprimento, até 2010, das 10 metas do plano para a Educação lançado pelo governo paulista em agosto de 2007.

Investir na qualidade da formação de base é essencial para que as crianças possam desenvolver, adequadamente, suas potencialidades, abrindo, assim, possibilidades de construção de um futuro com perspectivas de inserção social muito mais amplas.

 Desta forma, ao implementar o programa, a Secretaria de Estado da Educação age efetivamente na consolidação de soluções que permitirão a melhoria das condições de ensino em toda a rede estadual.

Então, para garantir que até 2010 todas as crianças de até 8 anos matriculadas na rede pública estadual de ensino de São Paulo estejam plenamente alfabetizadas e para que haja recuperação da aprendizagem de leitura e escrita dos alunos de todas as séries do Ciclo I do Ensino Fundamental (EF), a Secretaria da Educação criou o Programa Ler e Escrever, que já está sendo aplicado nas salas de aula agora em 2008.

A primeira fase do Programa Ler e Escrever teve início em 2007, com a implantação das iniciativas nas escolas da Capital paulista, especialmente com a adoção do Bolsa Alfabetização, a partir do segundo semestre do ano, e com a formação de professores para a implantação do Programa em sala de aula em 2008.

O programa promove a capacitação de educadores conjugada às diretrizes, conceitos, formato e materiais de apoio que foram especialmente desenvolvidos para as ações da
iniciativa

http://www.fde.sp.gov.br/pagespublic/InternaProgProj.aspx?contextmenu=lerescreve

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Problemas de visão afetam rendimento na escola



Um alerta aos pais na época de volta às aulas: problemas oftalmológicos não tratados podem afetar o rendimento escolar infantil. Cerca de 57% das crianças com visão alterada se mostram desatentas, agitadas e têm dificuldade de aprender. Os dados fazem parte de estudo do Instituto Penido Burnier (Campinas, SP).




Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 12% das crianças em idade escolar precisam usar óculos, entretanto 80% nunca fizeram exame. Coordenador do estudo, o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto alerta que o primeiro exame oftalmológico deve ser aos 3 anos. Em casos de pais míopes o teste deve ser antecipado para 2 anos.



Neto explica que a visão se desenvolve até os 7 anos. O levantamento foi feito com 36 mil crianças entre de 3 e 8 anos. "Assim que nasce, a criança deve fazer o teste do olhinho. A falta de óculos pode levar ao estrabismo e à ambliopia, que é o desenvolvimento desigal das vistas e maior causa de cegueira infantil."



De acordo com o chefe do setor de oftalmologia do Hospital Balbino, Glauber Cavalcanti Marques, os problemas que mais afetam as crianças são miopia (dificuldade de exergar de longe) e hipermetropia (de perto). Segundo ele, o tratamento para as doenças é feito com uso de óculos, além de exercícios para a vista. Em casos de ambliopia, a criança deve usar tampão na vista saudável a fim estimular a que enxerga menos. "A criança não sabe expressar que não exerga. Para aquelas que não sabem ler, usamos desenhos nos testes."



Fique atento aos sintomas

- Até os dois anos: lacrimejamento constante, fotofobia,íris muito grande, com reflexo, cor acinzentada ou opaca, falta de interesse pelo ambiente e pessoas, olhos vermelhos e presença de secreção, fecha um dos olhos em locais ensolarados.



- De dois a sete anos: tomba a cabeça para um dos lados, dor de cabeça ou nos olhos frequentemente, assiste TV muito próximo ao aparelho, olhos desviados para o nariz ou para fora, esfrega os olhos após esforço visual, apresenta letras tortas e grandes demais para a idade, falta de atenção nas aulas, quando vai escrever, se aproxima muito do caderno, esfrega o olho constantemente.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4219000-EI8266,00-Problemas+de+visao+afetam+rendimento+na+escola.html